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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Arthur, o vampiro: Episodio 2

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E Arthur continuou a cavalgar até a floreta que avia ali perto.
Ao chegar lá tudo parecia normal, mas não estava. Três vampiros se escondiam lá fazia três semanas, e as noites atacavam! E então Ivo, um dos membros do grupo que tinha calos curto e liso e usava uma roupa preta como os outros membros do grupo, cochichou:

_Este jovem aqui de novo, parece que ele esta pedindo para morrer!

_E é isto que vai acontecer com ele! Só estamos esperando ele aparecer aqui a noite para ela virar nosso jantar, e isto vai acontecer hoje, pois tenho um plano – disse o líder dos três, que tinha pele escura e cabelo curto, prosseguiu explicando o plano para os colegas – Hoje a noite vai ter aquela festa, então Fernanda vai seduzi-lo e trazer-lo ate aqui, e então...

_Vamos nos deliciar neste pescossinho - completou Ivo.

_Mas não podemos nem sentir o cheiro sangue dele primeiro? - perguntou Fernanda, a única mulher do grupo que tinha cabelo ruivo e longo e a cor da pele clara.

_Lógico que não – Respondeu Gabriel, o líder, com um sorriso maléfico no rosto – se não ficaremos com o desejo e o atacaremos agora, e isto acabaria com a diversão.

Arthur já se retirava da floresta e voltava para sua casa.

Ao se aproximar de sua casa avistou seu pai aparentemente discutindo com um homem de roupa formal. Não poderia ser um cliente, pois seu pai os recebia no estábulo.

Ele colocou Tornado no estábulo e correu para onde seu pai e o homem estavam para saber o que estava acontecendo.

_O que esta avendo aqui? – Ele perguntou seriamente.

_Pergunte para seu pai jovem Marcondes!- respondeu o homem com desdém – pois já estou de saída!- e então homem se retirou montando em seu cavalo de cor marrom e partindo em direção a vila.

_E então pai – Inssistiu Arthur.

_Temos dividas, e se não pagarmos perderemos a casa - Respondeu seu pai cabisbaixo.

_O que faremos - disse indiguinado Arthur.

_Teremos de vender os cavalos, inclusive Tornado - disse seu pai com medo da reação de Arthur, que saiu correndo em direção a vila para desabafar com sua prima.

Ao chegar lá, logo a procurou e lhe contou tudo, sua prima ficou triste mas não tanto quanto ele que adorava não apenas Tornado mas também os outros dois cavalos que seu pai alugava.

_Bom, mais não mais nada a fazer? – perguntou Juliani esperando uma resposta animadora de seu primo.

_Não, não resta, não que eu saiba – respondeu Arthur no mesmo desanimo.
_Mas você não pode ficar assim, tem que ter uma solução – Disse Juliani novamente tentando animar seu primo – mesmo se não tiver, hoje é um dia de comemorações, e você vai, né?
_ Depois desta noticia, num to com animo nenhum.
_Mas você tem que ir por isto mesmo, pra ver se você se anima!
_Num sei, mas vou pensar.
_Que bom, pelo menos isto. Mas, mudando de assunto, você ficou sabendo sobre as tais criaturas demoníacas que andam atacando na floresta?
_fiquei, mas não acredito, já faz três semanas que falam nestas bestas, mas não notei nada de errado na floresta neste dias que foi lá cavalgar com Tornado, e provavelmente seram os utimos.

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